As datas que se seguem não são prospectivas nem especulativas. Estão inscritas em directivas europeias já aprovadas, com calendário de transposição definido para cada Estado-Membro. Os projectos imobiliários concebidos hoje vão estar de pé em 2050, 2070, e mais além: ou foram desenhados a pensar nesse horizonte, ou serão dispendiosos de adaptar.
Em 2026, cada Estado-Membro tem de transpor a nova directiva europeia dos edifícios (EPBD recast) para a sua legislação nacional. Em 2027, entram em vigor padrões mínimos de desempenho energético: edifícios abaixo do mínimo perdem a possibilidade de ser arrendados a determinados perfis de inquilino. Em 2030, todos os novos edifícios na União Europeia terão de ser Zero-Emission Buildings — sem emissões operacionais significativas. Em 2050, a economia europeia, incluindo o sector dos edifícios, terá de atingir a neutralidade carbónica.
A França antecipou o movimento: desde 2023, todos os novos edifícios públicos franceses têm de incorporar pelo menos 50% de madeira. É o sinal claro do caminho que toda a Europa irá percorrer nos próximos vinte anos.
A OneMark desenha cada projecto para o quadro normativo de 2050, e não apenas para o de 2026. É esta a diferença entre um activo que mantém valor e um activo que terá de ser reabilitado por imposição regulatória dentro de dez anos.